Os representantes das duas unidades fabris vocacionadas para o tratamento de pescado que se vão instalar no porto de pesca de Olhão assinaram esta semana os contratos de concessão para a implantação e exploração das fábricas.
Os protocolos foram assinados nas instalações da delegação do Sul do Instituto Portuário e dos Transportes Marítimos (IPTM), em Olhão, entre o presidente desta instituição, Miguel Sequeira, e os responsáveis das empresas Freitasmar – Produtos Alimentares, Lda. e Companhia de Pescarias do Algarve S.A..
No total, adianta a câmara de Olhão, “serão criados mais de uma centena de postos de trabalho com a laboração destas duas novas empresas”.
Uma das unidades vai substituir uma fábrica de conservas de peixe actualmente existente e que há muitos anos se situava na malha urbana da cidade, a J. A. Pacheco, que passará a chamar-se Freitasmar – Produtos Alimentares, Lda..
Esta nova empresa vai explorar uma unidade industrial de conservas de peixe, destinada unicamente à actividade conserveira de processamento de pescado, nomeadamente o tratamento e enlatamento mecânico de peixes como o atum, a cavala e a sardinha.
A Freitas Mar instala-se numa área de construção de mais de 4000 m2 e criará 15 novos postos de trabalho, para além dos já existentes. O investimento ronda os 2,5 milhões de euros.
A outra unidade fabril, que será totalmente construída de raiz, propriedade da Companhia de Pescarias de Algarve, irá dedicar-se ao processamento do pescado, nomeadamente manuseamento e embalamento de peixe e bivalves, filetagem do pescado, congelação e conservação pelo frio, comercialização e expedição.
Com uma área de construção de 1050 m2 e um investimento inicial de 1,1 milhões de euros, a Companhia de Pescarias do Algarve prevê fazer, no total, um investimento que poderá ascender aos 12 milhões de euros, estimando começar com 20 postos de trabalho, na fase inicial, e posteriormente chegar aos 90 funcionários.

























